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sábado, maio 10, 2014
Como funciona o cérebro do gato?
sexta-feira, maio 09, 2014
Bolas de pêlo em Gatos
As bolas de pêlo são um problema que traz frequentemente o dono de um gato à clínica.
As bolas de pêlo não são mais do que aglomerados de pêlo que são ingeridos pelo gato durante a sua higiene diária.
O gato demora cerca de 3 hora por dia na limpeza e higiene do seu pêlo, para tal, utiliza a sua língua que é bastante áspera graças há presença de umas espículas na sua superficie. Estas espículas permitem ao gato a remoção de pêlo morto bem como uma limpeza e escovagem do seu pêlo.
Os pêlos são ingeridos durante este processo de limpeza. Quando a ingestão de pêlos é muito intensa cria-se no estômago do gato uma espécie de novelo resultado da acumulação de vários pêlos. Este novelo quando atinge certas dimensões, cerca de 5cm, forma uma massa compacta que não consegue passar para o intestino e, como tal, o gato regurgita-a eliminando-a através da expulsão pela boca. Este fenómeno impede que as bolas de pêlo progridam para o intestino e, que com estas dimensões, coloquem em causa a vida do gato através das obstruções intestinais graves, cuja resolução é cirurgica.
É importante saber que é perfeitamente normal o gato eliminar bolas e pêlo, sobretudo os gatos de pêlo longo ou na altura da muda do pêlo - início da Primavera e do Outuno. No entanto poderá ser resultado de algum problema dermatológico ou psicológico quando o gato começa a eliminar várias bolas de pêlo durante uma semana.
Para ajudar os gatos a eliminarem melhor as bolas de pêlo temos algumas ervas no mercado que os gatos gostam de comer para facilitar a regurgitação/vómito. São fáceis de adquirir e fáceis de utilizar.
Também a escovagem frequente permite a eliminação do pêlo morto e diminui a ingestão de pêlos pelo gato.
Existem rações e snacks que podem ser dados aos gatos que têm tedência a ter bolas de pêlo com mais frequência , ajudando a desfazer as bolas de pêlo permitindo que o pêlo seja eliminado nas fezes. Com o mesmo princípio de funcionamento existem também pastas que, dadas com alguma frequência permitem o eliminar as bolas de pêlo através das fezes.
terça-feira, abril 01, 2014
Por que os gatos sempre caem em pé?
Por que os gatos sempre caem em pé?
Isso ocorre porque a transmissão das mensagens nervosas entre os olhos, os ouvidos, os músculos e as articulações do gato ocorre tão rapidamente que faz com que o animal tenha um grande equilíbrio. Porém, para que ele caia em pé, é necessário que a queda lhe dê tempo suficiente para retomar o equilíbrio.
Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. Isso tudo acontece em fracções de segundo e o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto.
A elasticidade dos ossos dos gatos é apenas 1/10 menor do que a da borracha. Por isso, se um gato cair do 10.º andar de um prédio, tem 90% de probabilidade de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.
quinta-feira, janeiro 17, 2013
terça-feira, janeiro 15, 2013
segunda-feira, janeiro 14, 2013
domingo, janeiro 13, 2013
Já conhece o Feliway?
sábado, janeiro 12, 2013
Porque vacinamos contra: LEUCOSE FELINA (FeLV)
A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV (Feline leukemia virus) que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus o animal fica exposto a doenças infecciosas, lesões na pele, anemias, retardamento na cicatrização de feridas e problemas reprodutivos e mais suceptíveis a desenvolver tumores.
Animais infectados têm a esperança de vida reduzida, pois a doença não tem cura. A infecção dá-se através da saliva, urina e fezes de animais infectados, portanto o simples fato de dividir a mesma tigela de água com um gato contaminado é suficiente para infectar um gato sadio. Gatas grávidas podem transmitir o vírus através da placenta ou do leite para seus filhotes.
Seis passos da infecção pelo FeLV:
- O vírus entra no organismo do gato, geralmente pela faringe onde infecta linfócitos B e macrófagos que serão filtrados pelos linfonodos e começam a se replicar.
- O vírus atinge a corrente sanguínea e se distribui pelo corpo.
- Infecção do sistema linfático.
- Atuação do vírus sobre o sistema imune.
- Infecção da medula óssea. Nesta fase o vírus se replica e infecta linfócitos, neutrófilos e eosinófilos formados na medula.
- Presença do vírus nas mucosas, nos tecidos epiteliais, nas glândulas salivares e outros órgãos.
A leucemia felina, não é igual à leucemia humana e não é contagiosa para o ser humano, transmitindo-se somente de gato para gato, pela saliva ou pelo sangue.
A leucemia felina "terminal", ocorre quando a doença atinge a medula óssea, anulando totalmente a produção de glóbulos brancos para a sua defesa; quando esta ocorre, o animal começa a ter a sua saúde deteriorada rapidamente.
Adaptado da Wikipedia
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sexta-feira, janeiro 11, 2013
Porque vacinamos contra: RINOTRAQUEITE FELINA
Rinotraqueíte viral felina é uma doença do trato respiratório superior de felinos, causada pelo herpesvirus felino 1 (HVF-1), da família Herpesviridae. Acomete tanto a espécie doméstica quanto as selvagens. O vírus é transmitido por contato direto e o período de incubação geralmente é curto.
A Rinotraqueíte felina é uma doença viral extremamente frequente, que acomete os gatos domésticos e felídeos selvagens. Esta doença é causada pelo herpesvírus felino e a maioria dos gatos que se recuperam da infecção tornam-se portadores assintomáticos, ou seja, eles albergam o vírus no organismo de forma latente e podem eliminá-lo do vírus no ambiente, associado ou não a sinais clínicos. Eventualmente, situações de estresse — como cirurgia, doenças concomitantes, hospedagem e internação em clínicas — são suficientes para que haja replicação do vírus, rescidiva dos sintomas clínicos e sua disseminação.
Febre, espirros seguidos (paroxísticos), conjuntivite, rinite e salivação - o animal fica salivando devido à presença de lesões ulcerativas (aftas) na boca, língua e lábios que causam muita dor e impedem o gato de comer. Há também descarga catarral pelo nariz. A doença pode ser fatal para gatinhos e animais debilitados. O tratamento deve ser instituído logo aos primeiros sintomas, principalmente para aliviar a dor causada pelas aftas para que o gato não pare de se alimentar. A transmissão ocorre através do contato direto. As macro-gotículas eliminadas no espirro são importantes fontes de transmissão e podem ocorrer num raio de 1,5 m ao redor do animal enfermo. Gatas gestantes portadoras são eliminadoras do vírus provavelmente cinco a sete dias após o parto, devido ao estresse deste período. Por ser uma doença bastante frequente em gatinhos, é uma das causa de maior índice de mortalidade.
Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, janeiro 10, 2013
Porque vacinamos contra: PANLEUCOPENIA FELINA
A Panleucopenia Infecciosa Felina é a doença que mais danos ocasiona aos felinos em geral, e ao gato doméstico no mundo inteiro. É também denominada por Laringoenterite contagiosa ou Agranulocitose infecciosa, sendo todas essas denominações absolutamente corretas, já que existe um quadro hemático tanto com baixa do número relativo de leucócitos (leucopenia) como também desaparecimento dos granulócitos (agranulocitose), enquanto pode-se evidenciar relativa linfocitose (aumento relativo dos glóbulos brancos denominados linfócitos).
A Panleucopenia Infecciosa Felina manifesta-se em geral quando existem aglomerados de felinos, como por exemplo em exposições de animais, gatis, ou mesmo parques zoológicos, ocasionando alta morbidade, pelo fato da doença ser infecciosa e causada por um vírus facilmente transmissível. O Parvovírus felino é um
RNA vírus causal além disso muito resistente, o que lhe permite conservar sua patogenia por grande de tempo, mesmo fora de um organismo animal. Após um período de incubação relativamente curto (em torno de uma semana e raramente menor que dois dias), os animais adoecem subitamente com sintomas de apatia
geral, perda do apetite, vômitos e diarréia, esta em seguida adquirindo aspeto mucoso semelhante a purê de batatas, algumas vezes com restos de sangue.
O contágio é feito em geral por inalação de gotas de secreções infectadas suspensas no próprio ambiente, e também por ingestão oral. À palpação da cavidade abdominal, encontra-se uma formação de tamanho variável representada pelos intestinos do animal doente, de consistência dura e elástica e também muito
dolorosa. Na língua e mucosa da faringe dos animais doentes poderão ser vistas lesões inflamatórias que levam em geral a ulceração, principalmente nos bordos da língua. As mucosas do animal, como conjuntiva e mesmo da boca irão se apresentar anémicas (pálidas). A desidratação que se sucede levam o animal em geral à morte quando não tratados convenientemente, ou tardiamente. A morte apresenta-se repentina ou após poucos dias dos primeiros sintomas. O diagnóstico dessa doença é feito mediante exame de sangue do animal, principalmente pela contagem diferencial (Hemograma) dos diversos tipos de glóbulos sanguíneos.
Fonte: www.revista.inf.br
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quarta-feira, janeiro 02, 2013
terça-feira, dezembro 25, 2012
Humor: Uma prenda verdadeiramente Deluxe!
segunda-feira, novembro 26, 2012
sexta-feira, novembro 23, 2012
quinta-feira, novembro 22, 2012
quinta-feira, setembro 27, 2012
Sabia que....? Alimentação como prevenção
Sabia que se o gato for alimentado com ração sempre à disposição, comendo quando lhe apetece, pode ajudar na prevenção de cristais na urina?
Estudos provam que o pH da urina, com esta forma de alimentação, sofre menos flutuações, mantendo-se durante o dia dentro dos 6,2 e 6,3, valores de pH urinários óptimos para o gato.
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