sexta-feira, junho 17, 2011

Mais vale prevenir que remediar!


Parece mentira, mas todos os anos aparecem cachorros com parvovirose e muitos deles morrem. A vacina existe e é eficaz.

Se tem um cachorro lembre-se que pode vacinar a partir dos 2 meses de idade contra esta e outras doenças. Vacinar o seu cão pode fazer com que tenha um amigo para toda a vida e, se não vacinar, corre sérios riscos de ter um cão consigo durante alguns meses. Um cão é um amigo que devemos cuidar, pois ele depende de nós.

Este ano os casos de parvovirose que tenho visto são na sua maioria rápidos e letais.

Por isso já sabe : VACINE o seu amigo!

Como tirar os pêlos dos ouvidos dos cães





Tirar ou não tirar eis a questão! Eu sou da opinião de tirar e encontrei este video com uma explicação simples e prática.

quinta-feira, junho 16, 2011

Caso Clínico 02/11 - Torção Testicular


Apresentou-se para consulta um cão de raça rafeiro alentejano com 2 anos com sinais de apatia, febre e anorexia. Ao exame fisico verificou-se que tinha uma aumento testicular, foi realizada a cirurgia - castração.

Como se pode ver na imagem o testiículo da direita está bastante alterado comparado com o outro.

sexta-feira, junho 03, 2011

CaniLeish - A experiencia do Brasil




No Brasil existe ja uma vacina contra a leishmaniose, gostaria que os seguidores do Brasil deixaessem um comentario acerca da vacina.

Como tem funcionado a vacina ai?
Como e administrada?
Quantos e que tem caes vacinados contra a leishmaniose?

Obrigada pela vossa participaçao

Filipa Branquinho MV

CaniLeish - Brasil

Distribuiçao de casos de leishmaniose em humanos no Brasil (2001)

CaniLeish - Regioes endemicas na Europa

Portugal é uma região endémica





Os flebótomos são comuns no sul da Europa, onde os países e regiões da bacia mediterrânica constituem zonas de elevado risco. A leishmaniose atinge Portugal, Grécia e muitas zonas de Espanha, Itália e sul de França.

Actualmente, mais de dois terços dos cães no sul da Europa encontram-se expostos à infecção, verificando-se uma tendência de propagação para os países a Norte devido, sobretudo, às alterações climáticas e ao crescente número de pessoas que viajam com os seus cães.

Em Portugal, a doença é endémica em todo o território, embora algumas regiões apresentem uma prevalência mais elevada que outras. No entanto, como o país é pequeno e as distâncias curtas, qualquer deslocação pode significar um risco acrescido de contágio.

Se viajar para zonas de alto risco com os seus animais, informe-se da existência desta doença mortal e tome medidas de protecção.
Fonte: Virbac

CaniLeish - Leishmaniose

Uma doença mortal



A leishmaniose canina é causada por um parasita – a Leishmania – transmitido através da picada do flebótomo, um insecto erradamente confundido com o mosquito. Pode afectar vários animais, incluindo os humanos, e é potencialmente fatal para os cães.

Os machos e as fêmeas correm igual risco de contrair a doença mas algumas raças, como o Boxer, Cocker Spaniel, Rottweiler e Pastor Alemão, parecem ser mais propensas a desenvolver os seus sintomas.

O primeiro registo de leishmaniose canina surgiu há mais de 100 anos. Hoje, só na Europa, existem 2,5 milhões de cães infectados.

Sintomas e sinais de alerta



Nem sempre os sintomas da leishmaniose canina são evidentes, mas os sinais de alerta mais vulgares são febre, queda do pêlo (em especial à volta dos olhos), perda de peso, lesões cutâneas e problemas nas unhas.

Os órgãos internos também são afectados, podendo ocorrer anemia, artrite e insuficiência renal grave.

O ciclo de vida da Leishmaniose



Apenas a fêmea do flebótomo transmite a doença. Ao picar um portador da doença, o insecto é infectado com o parasita, que se vai desenvolvendo no seu interior ao longo de um ciclo que pode durar entre 4 e 25 dias. Quando picar um novo hospedeiro, este flebótomo inocula o parasita, transmitindo a doença.

Os cães são particularmente vulneráveis às picadas dos flebótomos nas horas em que estes se encontram mais activos, ou seja, ao amanhecer e ao anoitecer.

Fonte: Virbac