quinta-feira, janeiro 03, 2013
Porque vacinamos contra...
quarta-feira, janeiro 02, 2013
terça-feira, janeiro 01, 2013
segunda-feira, dezembro 31, 2012
Porque vacinamos contra: TOSSE DO CANIL
A Tosse do Canil é uma traqueobronquite infecciosa causada por diversos vírus e bactérias.
Embora não afecte consideravelmente o estado geral de saúde do cão, esta infecção provoca uma tosse profunda, seca e incomodativa, que se transmite com muita facilidade especialmente em ambientes fechados, tais como canis, daí a origem do seu nome (Tosse do Canil).
Os agentes mais comuns que podem causar a Tosse do canil são:
- Vírus: parainfluenza e adenovirus tipo 2 (não transmissíveis ao homem)
- Bactérias: Bordetella bronchiséptica (transmissível ao homem, mas na maioria dos casos em pessoas com o sistema imunológico deprimido)
A doença é altamente transmissível através das pequenas gotas eliminadas pelos espirros.
A Tosse do canil pode aparecer em qualquer época do ano. Porém, há uma maior predisposição nos meses frios devido à baixa temperatura.
Os animais mais susceptíveis à Tosse do Canil são os cachorros recém desmamados e os adultos
que porventura se encontrem debilitados por outras doenças.
Existem fatores ambientais e outros agentes, como produtos de limpeza à base de formol, poeira, alterações bruscas de temperatura, alergias a ácaros ou pólen, etc., que tornam os animais mais vulneráveis a crises de tosse e favorecendo a penetração de microorganismos da Tosse do canil.
Os primeiros sintomas aparecem entre 3 a 10 dias após a infecção podendo persistir 3 a 4 semanas. Estes sintomas assemelham-se à gripe dos humanos (tosse, espirros, febre, falta de apetite e rinite).
Os sinais clínicos situam-se na traqueia e brônquios e incluem:
· Secreções oculares e nasais.
· Dilatação das amígdalas.
· Dificuldade de respirar. Falta de apetite.
· Apatia.
A maioria dos programas de vacinação incluem uma vacina contra o vírus da parainfluenza e Bordetella brochiséptica. Esta deve ser administrada em cachorrinhos e também em adultos para reforço.
Por motivos de segurança, é aconselhável revacinar o animal contra a Tosse do Canil quando em contacto com animais estranhos.
Para além da vacina, convém evitar sujeitar o cão a temperaturas muito baixas. No inverno os banhos deverão ser menos frequentes, principalmente tratando-se de animais idosos. Logo a seguir ao banho, o cão deverá ser muito bem seco .
Adaptado de: http://whippetp.no.sapo.pt
domingo, dezembro 30, 2012
Porque vacinamos contra: LEPTOSPIROSE
A leptospirose é uma importante e complexa doença infecto-contagiosa dos animais e do homem, considerada uma zoonose de ocorrência mundial.
Sabe-se que muitas espécies de animais silvestres podem atuar como reservatórios de Leptospira para outros animais silvestres ou domésticos e mesmo para o homem.
E entre os animais silvestres estão os roedores, que representa o mais importante reservatório natural da doença. Mas nos ratos as leptospiras causam uma infecção sem sinais clínicos da doença, porém, os mesmos continuam a eliminar a bactéria por toda sua vida.
A disseminação ocorre pelo contato com sangue e/ ou urina de animais doentes ou poradores, por transmissão venérea, placentária ou pela pele.
A Leptospira multiplica-se ativamente nos diferentes órgãos parenquimatosos, sangue e linfa, caracterizando o quadro agudo da doença, denominado leptospiremia. Porém quando a multiplicação do agente ocorre no endotélio vascular determina um quadro de vasculite generalizada nos animais. Após essa fase, o agente pode permanecer nos túbulos contornados renais, sendo eliminado pela urina, de forma intermitente (leptospirúria), e essa eliminação renal do microrganismo ocorre desde 72 horas após a infecção até semanas a meses nos animais domésticos e por toda vida nos roedores.
Os sinais clínicos mais comuns na infecção aguda são: letargia, depressão, anorexia, vómito, febre, poliúria, polidipsia, dor abdominal e/ou lombar, diarreia, mialgia, halitose, úlceras bucais, icterícia, petéquias e sufusões em mucosas e conjuntivas. Esse quadro pode evoluir rapidamente para a morte sem que haja tempo para o desenvolvimento de doença renal( hematúria com insuficiência renal) ou hepática evidente ( icterícia).
A vacinação é importante método de controle, mas as medidas sanitárias gerais, como o controle de roedores, limpeza do ambiente, com a remoção dos resíduos sólidos e líquidos, a restrição de acesso dos cães do domicílio ao ambiente externo, especialmente nos períodos de maior precipitação pluviométrica, em que ocorrem enchentes e formação de coleções líquidas residuais nas quais as leptospiras permanecem viáveis por um período maior de tempo, são medidas importantes para reduzir as chances de contaminação.
Adapatado de: www.unicruz.edu.br
sábado, dezembro 29, 2012
Porque vacinamos contra: HEPATTE INFECIOSA CANINA
A hepatite infecciosa canina é uma infecção viral causada pelo adenovírus canino do tipo1 que caracteriza-se por febre, vómito, diarreia, anorexia, congestão, hemorragia das mucosas, sensibilidade abdominal, relutância a movimentar-se, conjuntivite, uveíte e fotofobia.
A Hepatite Infeciosa Canina (HIC) é causada pelo adenovírus canino tipo 1(CAV-1) já há muito tempo é reconhecido como causa de necrose hepática aguda em cães.
O CAV-1 é adquirido através de exposição oronasal. Ele é encontrado em todos os tecidos sendo eliminado em todas as secreções durante uma infecção aguda. Ele também é eliminado por, pelo menos, 6 a 9 meses na urina após a recuperação.É altamente resistente à inativação e à disseminação permitindo consequentemente a disseminação através de fômites e ectoparasitas.
Após a exposição oronasal, o CAV-1 causa viremia e se dissemina para todos os tecidos, especialmente destinando-se aos hepatócitos e às células endoteliais.
Podem ocorrer sinais no sistema nervoso central (desorientação, depressão, estupor, coma, e ataques convulsivos) como resultado de encefalopatia hepática de hipoglicemia ou de encefalite não-supurativa.
Em casos de infecção aguda ou após a recuperação de uma infecção inaparente podem ocorrer sinais que incluem edema corneano (nublação corneana, também chamada de “olho azul da hepatite”) e uveíte anterior ( blefaroespasmo, inflamação, miose e glaucoma complicante).
A vacinação é altamente efetiva na prevenção da infecção por CAV-1.
Fonte: www.revista.inf.br
sexta-feira, dezembro 28, 2012
Porque vacinamos contra: ESGANA/CINOMOSE
A Esgana é uma doença grave e altamente contagiosa, causada por um vírus que afecta o sistema respiratório, gastrointestinal e o sistema nervoso de cães e cachorros.
O vírus pode também afectar outros canídeos selvagens (raposas, lobos).
Transmissão da Esgana
Os cachorros e cães infectam-se normalmente por exposição a vírus que se encontram em secreções respiratórias de cães.
Apesar de todos os cães estarem em risco, os cachorros com idade inferior a três meses e cães adultos não vacinados contra a Esgana, são muito mais susceptíveis.
Sinais Clínicos da Esgana
Os animais podem desenvolver corrimento ocular purulento, febre, corrimento nasal, tosse, letargia, perda de apetite (anorexia), vómitos e diarreia.
Em situações mais complicadas pode atingiro sistema nervoso e provocar convulsões, tremores e paralesia dos membros.
O vírus pode causar endurecimento das almofadas plantares e o aparecimento de esmalte dentário cor de rosa.
A Esgana é frequentemente fatal ou pode causar danos irreparáveis no sistema nervoso, sendo muitas vezes eutanasiados.
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