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domingo, novembro 24, 2013
Qual a idade real do meu cão?
Calculadora revela idade “real” dos cães e idade “canina” dos donos
Há uma forma rápida, mas aparentemente errada, de calcular a idade “humana” de um cão: multiplicar a sua idade real por sete. No entanto, este cálculo não é tão simples de fazer, e o jornalista da BBC Ben Carter descobriu esta dura realidade quando o seu cão morreu.
Na verdade, as raças não envelhecem todas à mesma velocidade, e cada cão envelhece a um ritmo diferente, consoante a etapa da sua vida. Para tentar descobrir uma fórmula que identifique rapidamente a idade “humana” de um cão, Carter e a BBC propuseram-se a criar uma calculadora que identificasse a verdadeira idade de um cão ou cadela.
A calculadora baseia-se em dados do Kennel Club, do Reino Unido, e do Veterinary Medical Database, dos Estados Unidos, mas só funciona para os cães de raça pura. Ainda assim, a BBC alerta que os cães de raça misturada vivem, em média, 1,22 anos a mais do que os puros – os dados são de Dan O’Neill, da Pets Wood, que está a investigar o tema para a sua investigação de doutoramento para o Royal Veterinary College of London.
Consulte a calculadora, colocada na página da BBC , e veja a idade real do seu cão – e sua idade canina, já agora.
sexta-feira, novembro 22, 2013
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O Boxer
"Olá!
Permitam que me apresente.
O meu nome é BOXER!
Cerca do ano 1800 surgiu um tipo diferente de Bullenbeisser. Para além da caça era também um excelente cão de guarda.
De porte médio, nariz curto, maxilar inferior protuberante, manto dourado ou tigrado e máscara preta.
Tratava-se do Bullenbeisser de Brabant, cujo nome provém da província de Brabant no actual nordeste da Bélgica e crê-se que seja uma peça fundamental na origem do Boxer.
Como findamento desta teoria salienta-se, para além das questões morfológicas e geográficas, o facto de que para facilitar o seu trabalhode caçador de presas de grande porte, era alvo, ainda em cachorro, da amputação de orelhas e cauda, para que, em adulto, fosse menos molestado no desempenho das suas funções.
Convém também salientar que devido às invasões napoleónicas os estados nobres alemães, nos quais o Bullenbeisser era criado, foram divididos e os seus senhores perderam a maioria dos seus privilégios.
Aí, os cães que formavam as matilhas usadas pela nobreza de então em caça de bois selvage ns e pequenos ursos passaram a ser os cães dos talhantes e dos negociantes de gado.No entanto, aquilo que pode ser considerado como uma perda de estatuto foi, sem dúvida, o que impediu a extinção deste tipo de cães.
Aliás, após a dispersão do Bullenbeisser caçador, mencionado anteriormente, o Bullenbeisser de menores proporções foi amplamente adoptadocomo cão de guarda e de família e a sua inteligência notável e fácil tracto granjearam-lhe tal popularidade, que o número de exemplares daí proveniente garantiu a sua continuidade enquanto que tantas outras raças acabaram por se extinguir.
Para propósitos idênticos aos do Bullenbeisser criava-se, em Inglaterra, desde o início do século XVII, o Bulldog Inglês.
Este cão era muito diferente do Bulldog actual tendo, de facto, uma estrutura muito semelhante ao Bullenbeisser com a diferença de que era totalmente branco.A chegada à Alemanha de um elevado número de cães provenientes de Inglaterra, entre os quais o Bulldog, resultou numa série de cruzamentos entre estes e os Bullenbeisser.
Essa será certamente a origem do Branco nos nossos boxers de hoje."
in www.boxerclub.pt
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