sexta-feira, janeiro 23, 2015

Os Parasitas Intestinais - Parte I




Os parasitas intestinais são organismos que vivem no intestino e vivem à custa do seu hospedeiro.

Os parasitas intestinais dos cães e dos gatos podem também provocar doenças os humanos, principalmente as crianças.

Assim convém saber o que são e como se devem proteger os animais de estimação para que eles e toda a família esteja protegida.

Quais são os sintomas?

Os sintomas são muito variados, dependendo da quantidade de parasitas e da idade do seu hospedeiro.

Pode mesmo não haver sintomatologia visível (parasitas nas fezes).


  
Como sintomas leves temos a comichão anal, pêlo baço e quebradiço e, em situações mais graves, para além da presença dos parasitas nas fezes, podemos observar vómitos, diarreia, perda de peso e da condição corporal, abdómen dilatado e anemia.





Em situações muito graves estes parasitas podem formar rolhões no intestino provocando obstruções intestinais muito graves podendo culminar com a morte do cão/gato.



Quais os parasitas mais frequentes?

Existem 2 grandes tipos de parasitas intestinais: as lombrigas e as ténias.



As lombrigas são parasitas redondos que têm a forma de esparguete e as ténias são parasitas de forma achatada semelhantes a pevides.


As ténias libertam pequenos fragmentos esbranquiçados que ficam colados ao pêlo ou à mucosa anal e que dão muita comichão. De destacar 2 ténias : a Dipyllidium caninum (que é transmitida pela ingestão da pulga) e a Echinococcus granulosus responsável pelo quisto hidático nos humanos.




Os parasitas intestinais são responsáveis também pela depressão da imunidade e, como tal, antes dos animais serem vacinados, devem fazer sempre uma desparasitação.


quinta-feira, janeiro 22, 2015

quarta-feira, janeiro 21, 2015

Parvovirose Canina


A parvovirose é uma doença gastrointestinal que ocorre com gravidade em cachorros entre os 2 e os 6 meses de idade, sendo na idade adulta uma doença menos severa.

É uma das maiores causas de mortalidade em cachorros e é uma doença que tem vacina.

Muitos dos cachorros que contraem esta doença são cachorros não vacinados e de mães não vacinadas.

Esta doença, se detectada a tempo, poderá ter um melhor prognóstico. Para isso é necessário  conhecer  os  seus   sintomas   e dirigir-se rapidamente com o cachorro ao seu médico veterinário assistente para iniciar o tratamento.

Como se transmite?


A transmissão ocorre pela ingestão de substâncias contaminadas com o vírus da parvovirose.

É um vírus muito resistente que permanecer no ambiente por mais de 6 meses.

O vírus encontra-se nas fezes e todo o solo e vegetação poderão estar contaminados após a dejecção de um cão portador da doença ou doente.

Os animais mais susceptíveis à doença são os cachorros pois eles ainda têm o sistema imunitário  imaturo.

Existe um período de incubação de 4 a 14 dias e, como tal, os sintomas só surgirão dias mais tarde após a contaminação.

Quais os sintomas da parvovirose?

Os sintomas principais são: desidratação, prostação, perda de apetite, vómito, diarreia com sangue e fétida, febre alta e , em situações graves provocar a morte do cachorro.

 E como se trata a parvovirose?

A parvovirose provoca lesões graves no intestino (com perdas de sangue graves) e causa bastante desidratação devido ao vómito.

Como tal, estes cachorros deverão ficar hospitalizados a fazer medicação e fluidoterapia endovenosa de forma a controlar os vómitos, as perdas de sangue, hidratar e compensar as perdas de nutrientes ( vómito, diarreia).



Normalmente a hospitalização de um animal com parvovirose é de cerca de 3 a 5 dias  se o prognóstico for favorável.

No entanto é uma doença bastante mutável no tempo (uns dias melhores e outros piores) sendo importante um ajuste continuo da medicação para o animal hospitalizado.

Infelizmente, existe uma percentagem de cachorros que não conseguem sobreviver a esta doença e que morrem por complicações provocadas pela mesma.

O que fazer para evitar a parvovirose?

É fundamental que se aposte na vacinação, pois é uma doença grave que tem vacina e, como tal, ser prevenida.

As futuras mães devem estar vacinadas de forma a fornecer aos seus cachorros anticorpos contra esta doença nas primeiras semanas de vida.

A vacinação poderá ser iniciada a partir das 6 semanas de idade através de uma vacina especialmente desenhada para cachorros.



Depois fazem-se 2 reforços de vacina às 7/8 e às 10 semanas de idade já com a vacina que tem 5 valências (parvovirose, esgana, hepatite vírica, tosse do canil, leptospirose).

É muito importante salientar que os cachorros só vão adquirir a imunidade à parvovirose 1 a 2 semanas após o último reforço vacinal.  Por isso estes cachorros não podem sair de casa e contactar com outros cães ( nem andar nos sítios onde estes passeiam – solo contaminado) até terem o esquema vacinal todo executado.


Existem raças mais sensíveis?

Sim, os Doberman, Rotweiller, Pastor Alemão, Husky e os Malamutes do Alasca são animais mais sensíveis à parvovirose, logo em vez de 2 reforços, devem fazer sempre 3 reforços da vacina.

terça-feira, janeiro 20, 2015

60 curiosidades sobre gatos - 19ª


Atualmente o maior felino selvagem é o Tigre Siberiano, que tem mais de 3,6 metros de comprimento, e pesa mais de 300 kg.  

segunda-feira, janeiro 19, 2015

60 curiosidades sobre gatos - 18ª


Cada gata, em média, dá à luz entre 1 a 9 gatos de cada vez. A maior ninhada até hoje foi de 19 gatinhos, mas apenas 15 sobreviveram.

domingo, janeiro 18, 2015

60 Curiosidades sobre Gatos - 17ª


No antigo Egipto, quando um gato morria, a família mostrava a sua tristeza rapando as sobrancelhas. 

sábado, janeiro 17, 2015

60 Curiosidades sobre Gatos - 16ª



Os cientistas não têm a certeza porque é que um gato ronrona. Muitos veterinários acreditam que um gato ronrona fazendo as suas cordas vocais vibrar na zona mais profunda da garganta. Para isto ser possível, um músculo na laringe abre e fecha a passagem do ar 25 vezes por segundo.